Este grupo canadiano aqueceu a sala que se ia compondo a pouco e pouco, não abrandando por um segundo as guitarras, sempre acompanhadas pela voz da enérgica Cara McCutchen.

Perante uma sala que já se notava bastante preenchida, foi a vez dos Flotsam & Jetsam garantirem o espetáculo. Com imensa força, não perderam por um pouco que fosse a atenção do público, que começava a entrar no espírito destes guerreiros de guitarra e microfone.

Logo depois, foi a vez dos Legion Of The Damned tomarem de assalto o palco do Paradise Garage. Brutalidade, rapidez e um mosh tremendo foram algumas das coisas que esta banda trouxe na bagagem para os fãs portugueses.

Hora da principal atracção: Sepultura. O público já chamava pelos brasileiros quando estes subiram ao palco. Abrindo com "Trauma of War", tema do último registo ("The Mediator Between Head and Hands must be the Heart", de 2013), "Kairos" (single do álbum homónimo) e o clássico "Propaganda", os Sepultura acenderam o ânimo dos fãs, num concerto com um alinhamento equilibrado entre os mais recentes trabalhos da banda, como "The Hunt" e "Da Lama ao Caos", e os temas míticos, como "Desperate Cry", "Ratamahata" ou "Roots", tema este com que deram fim a um espectáculo que deixou o Paradise Garage a ferver.

Texto e fotografia: Diogo Oliveira

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