A banda, já assegurada nas edições deste ano de festivais como o Sonisphere, Rock Am Ring/Rock Im Park, Nova Rock e Hellfest, sobe ao palco do espaço portuense no dia 13 daquele mês, para apresentar o seu mais recente disco de originais – o décimo da carreira -, “Sounds Of A Playground Fading”.

O concerto tem início às 21h00, sendo que as portas abrem uma hora antes.

Os bilhetes têm o preço único de €25.

Sobre os In Flames

Criados em 1990, os In Flames colocaram rapidamente o pé na porta com o lançamento do seu disco de estreia, transformando-se num dos mais importantes e visíveis porta-estandartes da New Wave Of Swedish Death Metal. Entretanto, percorreram um longo caminho desde que “The Jester Race” os catapultou para o sucesso em maior escala e, desde então, não pararam mais de crescer – em todos os sentidos.

Em termos comerciais são o colosso da geração que lhes deu origem. “A Sense Of Purpose”, editado há três anos, subiu às mais diversas tabelas de vendas de todo o mundo, incluindo a entrada mais alta de sempre na tabela norte-americana, com um vistoso #28 no Top 200 da Billboard. Além disso, chegaram ao #1 na Suécia, ao #7 do Top 100 da Billboard europeia, ao #6 na Alemanha, ao #7 no Top 200 da Billboard canadiana, ao #3 na Finlândia, ao #14 no Japão...

Mas não é só a nível de popularidade que brilham, porque são bem sucedidos em todos os pontos em que possamos pensar. Adoptando uma personalidade mais moderna após a mudança do milénio e nada interessados em ficar presos a uma qualquer fórmula estanque, têm mostrado uma capacidade para o rejuvenescimento pouco comum no seu espectro.
O décimo álbum dos músicos de Gotemburgo é o retrato de uma banda adulta, com capacidade de adaptação e uma personalidade muito própria, que não se cansa da mutação criativa que tem marcado a sua carreira desde o início. Até porque, por esta altura, já ninguém está propriamente a pensar se vão ou não regressar ao death metal melódico pincelado de folk dos primeiros discos ou à abordagem mais orelhuda do período do meio. Os In Flames evoluíram desde aí para um som que é muito seu, e só seu, a que já ninguém pode colar nenhum outro rótulo que não seja o nome da banda.

De resto, já ninguém espera senão o inesperado de Anders Fridén e companhia – o que é obra, para uma banda com mais de duas décadas de carreira, dez álbuns de originais no currículo, dois milhões e meio de cópias vendidas, variadíssimos prémios da indústria e uma série de mudanças de pele no currículo. “Sounds Of A Playground Fading” é, como esperado, um desafio para o ouvinte – mais um passo em frente, mas desta vez com uma piscadela de olho mais acentuada ao passado. Uma boa permuta para um regresso aguardado, que promete muito.

Sara Novais

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