Com tradução e encenação de Celso Cleto, “Agatha” visa assinalar os 25 anos da morte da escritora francesa, autora de obras como “O amante”, “A dor”, “O amante da China do Norte”, "O vice-cônsul", "Moderato cantabile", "A amante inglesa". A ação centra-se em dois irmãos que recordam verões passados numa casa de praia onde nasceu o amor incestuoso que os irá separar para sempre.

A interpretar “Agatha” estão Diana Marques Guerra e Diogo Lopes. A música da peça e de Joana Barradas e a cenografia e figurino do coletivo Dramax. Escrito em 1981, o romance “Agatha” deu também título ao filme “Agatha et les lectures ilimitées” (1981), com argumento de Duras. A peça vai estar em cena até 01 de agosto, com sessões de quarta-feira a sábado, à noite, e ao domingo à tarde.

Nascida em abril de 1914, em Gia Định, localidade em Saigão, atual Ho Chi Minh, na então colónia francesa da Cochinchina, no sul do atual Vietname, Marguerite Duras fixou-se em França onde estudou Direito e se tornou escritora. Romancista, dramaturga, argumentista, realizadora de cinema, Duras encontra-se entre as principais vozes femininas da literatura do século XX. Autora de romances como "Uma Barragem contra o Pacífico" e “Hiroshima meu amor”, que viria a ser filmado por Alain Resnais, e cujo argumento também assinou, Marguerite Duras morreu em Paris, em março de 1996.

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