O prémio, patrocinado pela Câmara Municipal de Ponte da Barca, foi criado no ano passado e tem o valor pecuniário de 12.500 euros.

O júri foi constituído por Cândido Oliveira Martins, José Manuel de Vasconcelos e Rita Patrício que, em ata, divulgada pela APE, justificou a escolha de Franco Alexandre “pelo longo e singular percurso literário de várias décadas, materializado numa escrita vocacionada para a poética do impreciso, exigindo sucessivos movimentos de aproximação; uma poética onde a incerteza e a opacidade, o rumor e a metamorfose constroem uma escrita única, questionadora da própria natureza da linguagem, no propósito de dizer transfiguradoramente o mistério o mundo”.

Nesta 1.ª edição do galardão, “a título excecional”, concorreram obras saídas nos anos de 2019, 2020 e 2021, referiu a APE.

António Franco Alexandre, de 78 anos, foi já distinguido, entre outros, com o Prémio Correntes d’Escritas, em 2005, pela obra “Duende”, que lhe valeu também o Prémio D. Dinis, em 2003. Em 1999, recebeu o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava, pela obra “Quatro Caprichos”.

O autor começou a publicar em finais da década de 1960 e conta cerca de 14 títulos.

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