De acordo com a agência de notícia espanhola EFE, a bailarina da dança do ventre Sama el Masry, de 42 anos, foi acusada pelo Ministério Público de "cometer atos indecentes em público", "incitar a prostituição" e "violar os valores familiares da sociedade egípcia".

El Masry foi condenada pelo tribunal a três anos de prisão e a pagar uma multa de 300 mil libras egípcias (18.563 dólares) por "atacar a moral pública" depois de postar fotos e vídeos nas suas redes sociais.

A bailarina foi detida no dia 24 de abril e as autoridades apreenderam-lhe três telemóveis e um computador portátil, depois de o Ministério Público ter recebido "numerosas reclamações" sobre o conteúdo que a artista havia publicado nas suas redes sociais, segundo a versão oficial.

De acordo com o Ministério Público, a dançarina negou as acusações de que foi alvo e alegou que as imagens foram publicadas depois do seu telemóvel ter sido roubado em junho de 2019.

Nos últimos meses, as autoridades egípcias detiveram vários artistas e influenciadores acusados de "atacar a moral pública".

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