O conceito da exposição tem como tema central a água, que se quer "incolor", "sem contaminação, sem plásticos, sem microplásticos, sem poluição e sem gastos absurdos que a tornem inexistente em vez de transparente", refere o comunicado de imprensa enviado à agência Lusa, sobre a inauguração da mostra.

A exposição coletiva vai contar com "esculturas, instalações, vídeos e pinturas, distribuídas entre o museu e o seu jardim, no Parque Dr. Manuel Braga", com entrada livre de terça-feira a domingo, entre as 10:00 e as 13:00 e as 14:00 e as 18:00.

Artur Bordalo (Bordalo II), nascido em Lisboa em 1987, começou pelo 'graffiti', que o preparou para o trabalho pelo qual se tornou conhecido: esculturas feitas com recurso a lixo e desperdícios.

Em 2018, foi o curador de um festival dedicado à "arte do lixo", na ilha espanhola de Tenerife, onde também estiveram presentes os portugueses Miguel Januário e Forest Dump, também integrados nesta exposição coletiva.

Miguel Januário é responsável por ±maismenos±, projeto através do qual o artista reflete sobre o modelo de organização política, social e económica que gere a vida nas sociedades atuais.

Tomás João (Forest Dump) elabora trabalhos em campos variados, como a escultura, instalação, performance, vídeo e a fotografia, tendo colocado, nos últimos anos, a título de exemplo, ramos em postes de eletricidade, folhas de palmeira em semáforos e areia em pedaços de passeio.

Além disso, nas redes sociais partilhou fotos e vídeos da série "Trash Age Series" (série da Idade do Lixo), nas quais se mune de uma espingarda para caçar pneus, em vez de javalis, de uma cana para pescar sacos do lixo, em vez de peixes, e de uma rede para apanhar beatas, em vez de borboletas.

A inauguração da exposição realiza-se em 22 de março, às 17:30.

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