Em comunicado, o executivo comunitário precisa que “o FEI proporcionará maior flexibilidade nas suas garantias e contragarantias aos intermediários financeiros com o objetivo final de aliviar os constrangimentos económicos resultantes da crise”, através de medidas como “prorrogações dos prazos de reembolso ou interrupções temporárias do crédito”.

O FEI irá, assim, “melhorar o acesso ao financiamento por parte das pequenas e médias empresas – privadas e públicas – do setor, incentivando os intermediários financeiros a fornecerem termos e condições mais flexíveis em matéria de empréstimos”.

O objetivo é que estas novas regras ajudem “vários setores criativos, incluindo meios de comunicação social, audiovisuais, design, artes visuais, música e arquitetura”, que enfrentam sérias dificuldades financeiras devido à pandemia de COVID-19, explica Bruxelas.

As novas medidas estarão disponíveis no mercado a partir de agosto.

O apoio será prestado no âmbito do programa europeu Mecanismo de Garantia para os setores Culturais e Criativos, que dispõe de uma verba total de 251 milhões de euros.

Até ao momento, o FEI já disponibilizou 1,55 mil milhões de euros de financiamento de dívidas e apoiou 2071 empresas nos setores cultural e criativo em toda a Europa no âmbito da crise da COVID-19.

O comissário europeu do Mercado Interno, Thierry Breton, aponta em comunicado que “o setor criativo e cultural tem sido particularmente atingido” por esta crise, razão pela qual classifica como “fundamental” o apoio hoje anunciado, visando “para ajudar esta indústria a aceder mais facilmente ao financiamento e assim resistir à atual tempestade”.

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