A SPA reconhece que todos os setores da sociedade se "ressentem" desta crise "sem precedentes", "mas a área da criação é, sem dúvida, uma das mais atingidas, e pouco se tem sido feito para ajudar os seus profissionais".

A SPA salienta que "a cultura tem sido um parente pobre nas elaborações dos Orçamentos do Estado", que "sempre pecaram pela manifesta e injusta insuficiência", para o setor.

Para a SPA, os apoios europeus são uma oportunidade para o Governo "repor alguma justiça neste sector tão brutalmente castigado".

A cooperativa de autores refere-se ao "Fundo de Recuperação excecional para fazer face à pandemia", ao qual "acresce o Quadro Financeiro Plurianual para 2021-2027, além do Portugal 2020, ainda em curso", que dão ao Governo de António Costa "a responsabilidade histórica de repor alguma justiça".

A SPA "deseja que o desenho da aplicação destas verbas tenha em conta as necessidades das indústrias culturais e criativas, tão importantes para a economia, mas sempre relegadas para um lugar secundário", e "apela ao Governo para que a burocracia pesada não impeça a célere concretização dos apoios".

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