A programação é apresentada em sete palcos no centro histórico de Faro e “além da música, inclui ‘workshops’, exposições, animação de rua, teatro, humor, tertúlias e ‘street food’”, segundo comunicado da organização.

No primeiro dia, a programação musical apresenta Diogo Piçarra, D.A.M.A, Salvador Sobral, Slow J, Cristina Branco, que recentemente editou o álbum “Branco”, e ainda Blaya, Sean Riley, Papillon, Luís Severo, a fadista Katia Guerreiro com a Orquestra Clássica do Sul, e os DJ Nuno Luz e Wilson Honrado.

No dia seguinte, será possível ouvir Aurea, Sérgio Godinho, Piruka, Rodrigo Leão, a celebrar 25 anos de carreira, o projeto Alexander Search, que junta os músicos Salvador Sobral e Júlio Resende, Dead Combo, The Legendary Tigerman, Elisa Rodrigues que, recentemente, editou o disco “As Blue As Red”, e ainda João Só, a banda Paus, Ermo, Filipe Sambado, Daniel Kemish e o DJ Patife.

O último dia do F conta com as participações musicais do projeto Revenge of the 90’s, os The Gift, a fadista Raquel Tavares, Manuel Cruz, os Moonspell, Surma, e Janeiro, o músico que se estreou discograficamente este ano com o CD “frag-men-tos”.

Neste primeiro dia de setembro, atuam também Holly Hood, Bispo, Kappa Jotta, Golden Slumbers, Homies e DJ Glue.

“A música feita com recurso a instrumentos pouco convencionais vai interpelar o público mais jovem com o projeto espanhol Vibra Tó”, segundo a organização.

Na área do teatro, está previsto levar a cena peças direcionadas para o público infanto-juvenil, designadamente, “Frida Khalo”, de Cláudia Gaiolas, “Dama Pé de Mim”, de Ana Madureira e “Varredor de Marés”, pela companhia teAtrito.

A programação teatral inclui ainda “Muita Tralha Pouca Tralha”, com direção artística de Catarina Requeijo, “Lendas da Nossa Terra, Por Romão, o Ancião”, com encenação de Raul Constante Pereira, e “Sómente”, de Sérgio Fernandes, entre outras peças.

Outra área é a de performances, na qual serão apresentadas “Dar a ver quando fecho os olhos”, dirigida por Manuel Neiva, e a atuação do coletivo musical algarvio Alfanfare.

O escritor Valter Hugo Mãe, que participou na edição do ano passado, regressa nesta edição “para moderar tertúlias diárias, com artistas que fazem parte do cartaz”.

Outro espaço de debate acontece no dia 01 de setembro, com moderação de Inês Lopes Gonçalves, sob o mote “Histórias do Direto”, com a participação dos realizadores de rádio Pedro Ribeiro e António Macedo.

Nas artes plásticas, no Museu Municipal de Faro estará patente a exposição “A Evolução do Braço - Surrealismo na Colecção Millenium BCP e alguns ecos contemporâneos”, que inclui obras de Mário Cesariny, Paula Rego, entre outros, e na Sala Alfa do Palco Arco, está exposta “Mare Nostrum”, uma mostra que reúne o olhar de dez fotógrafos, sobretudo algarvios, sobre o mar português e a Ria Formosa.

Tendo em conta que “as famílias são cada vez mais um pilar do F”, a organização do certame tem previsto a realização de oficinas sobre construção de instrumentos musicais com materiais reciclados, ‘beatbox’, ‘videomapping’, e hip-hop, entre outros.

O ano passado o Festival F contabilizou 35.000 espectadores, segundo dados da organização.

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