Élio Pelica pertence à organização do festival, que está a cargo da Casa de Cultura de Loulé, e disse à Lusa que a programação deste ano volta a contar com nomes do jazz de vários pontos do mundo, incluindo Portugal, “escolhidos por Mário Laginha, que tem a seu cargo a direção artística e já colabora com o festival há vários anos”.

Após o arranque do festival a 25 de julho, os amantes deste género musical podem no dia seguinte assistir “à atuação do quinteto Diego Schissi, que vem diretamente de Buenos Aires” e faz “uma fusão de Tango e Jazz” e tem “uma sonoridade muito interessante”, acrescentou.

Para dia 27 de julho, os organizadores apresentam duas propostas, um espetáculo do Leo Genovese Trio, às 22:00, e outro de Esperanza Spalding com Leo Genovese, às 23:00, destacou Élio Pelica.

“No último dia, a fechar o festival, como tem sido hábito nos últimos anos, temos o Trio de Jazz de Loulé com um convidado. E este ano o convidado será uma cantora, uma cantora brasileira que é a Mônica Salmaso”, revelou ainda Élio Pelica.

O mesmo responsável explicou que a organização preferiu este ano fazer o anúncio faseado dos nomes que vão participar no festival e considerou que esta edição de 2019 conta com um “cartaz audacioso”, que teve como preocupação “voltar a trazer ao festival grandes nomes, como já teve no passado”.

E as presenças de Leo Genovese, da Argentina, de Mônica Salmaso, do Brasil, de Esperanza Spalding, dos Estados Unidos, ou do trio de Jazz de Loulé permitem que o festival consiga “trazer um pouco do melhor que existe do Europeu, do nacional e do continente americano, quer da América do Norte como da América do Sul”, salientou.

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