Este drama "traz de volta Sanite Belair, sargento então tenente do exército revolucionário haitiano, da resistência anticolonialista, executado em 1802, aos 21 anos, por soldados franceses", afirma o júri numa nota.

“Trabalhando todos os registos da língua, esse texto entrelaça sonhos e demandas e atesta um classicismo alimentado pela poesia hip hop”, segundo o mesmo texto.

 O júri foi composto por artistas e profissionais, e presidido, este ano, pelo escritor senegalês Ken Bug

Poeta, dramaturgo e romancista, Jean D'Amérique é, aos 26 anos, uma das vozes mais influentes da literatura haitiana, noticia a agência France Presse. Em março passado, publicou o romance "Soleil à coudre".

O prémio de teatro RFI é concedido a uma obra em francês de um autor não europeu.

Ao prémio candidataram-se 149 textos, tendo sido selecionados 12 de países como o Senegal, Burkina Faso, Congo, Tunísia, além do Haiti.

O Prémio é entregue hoje, em Limoges, no âmbito do Festival Zébrures d'sutomne

No ano passado o Prémio foi entregue ao guineense Souleymane Bah, por "La Cargaison”.

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