Lançado em 2003 pelas Produções Fictícias e pela Farol de Ideias, o Inimigo Público anunciou na semana passada a sua última edição no jornal Público, passando agora a contar, semanalmente, com duas páginas do primeiro caderno do Expresso.

Citado num comunicado hoje divulgado, o diretor do Expresso, João Vieira Pereira, afirmou que 2022 “será um ano marcante para o Expresso em matéria de humor”, depois do anúncio, na sexta-feira, da contratação do humorista Ricardo Araújo Pereira.

“Estamos a um ano de completar o 50.º aniversário, mas decidimos começar a comemorar com esta surpresa para os nossos leitores. A equipa do Inimigo Público vai com certeza mostrar as grandes questões políticas do nosso país numa perspetiva singular”, apontou.

Apesar da mudança de “casa”, o Inimigo Público vai manter a sua direção, de Luís Pedro Nunes, e “os redatores principais Mário Botequilha e Vítor Elias, entre outros”, assim como os ‘cartoons’ de Nuno Saraiva e o grafismo de Marco Neves.

“Os leitores do Inimigo têm tudo para estar confiantes com o que lhe vamos oferecer em termos de conteúdos extra nos próximos anos”, concluiu o diretor do Inimigo Público, Luís Pedro Nunes, colunista do Expresso desde 2008 e que irá manter a sua opinião na Revista E.

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