Victor Cruz dedicou-se aos espetáculos de variedade, tendo criado nos Açores os programas Açorianíssimo e Festa do Emigrante.

Esteve também ligado à comunicação social, tendo sido locutor do Emissor Regional dos Açores, antiga Emissora Nacional, e fundado a revista Açorianíssima e o semanário Atlântico Expresso.

Victor Cruz foi um dos presos políticos dos Açores na sequência da manifestação do 06 de junho de 1975, em Ponta Delgada, tendo sido funcionário superior do Consulado dos Estados Unidos da América.

Dinamizou as tradicionais Festas do Espírito Santo, de Ponta Delgada, e os Bailes de Carnaval do Coliseu Micaelense, tendo ainda fundado o Centro do Emigrante Açoriano.

Carlos César lamenta desaparecimento do artista açoriano

O presidente do PS, Carlos César, considerou o artista Víctor Cruz, hoje falecido nos Açores, um "açoriano activo", com "múltiplas qualidades", manifestando a "tristeza" pelo seu desaparecimento.

"Fico triste pelo seu desaparecimento e exprimo solidariedade à sua família", refere o açoriano Carlos César numa nota enviada à agência Lusa.

O líder do grupo parlamentar do PS na Assembleia da República, refere ainda que Victor Cruz detinha “múltiplas outras qualidades e distinções" que o tornaram uma "figura de destaque na vida cultural e cívica” dos Açores e das comunidades açorianas no mundo.

“Beneficiei, mesmo no auge de turbulências políticas nos Açores, da sua amizade”, declara Carlos César, que recordou ter sido Vítor Cruz amigo do seu pai.

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