O livro reúne, na primeira parte, crónicas que o arqueólogo publicou nos mensários de S. Brás de Alportel, no distrito de Faro, e na segunda, reflexões sobre autores e os seus livros.

José d’Encarnação afirma: o livro é “um testemunho pessoal. Falível, portanto. Interventivo, sempre que necessário. Em módulo positivo, a maior parte das vezes – que o manto branco das amendoeiras em flor só nos pode despertar sensações floridas”.

José d’Encarnação, 77 anos, atualmente a residir em Cascais, migrou do Algarve, com a família, em 1948, uma história de recordações que conta no livro: “Do Algarve me levaram, em 1948, ainda não tinha consciência do que era migrar e deixar a terra natal. Ao Algarve fui regressando pelas férias grandes, partilhando-me entre o Corotelo (saudades imensas de minha avó materna Bia dos Santos) e S. Romão (que bom era estar com a avó Palmira e o meu avô Joaquim, o único avô que tive!), Faro (o tio Fernando levava-me a mariscar na Ria!) e Olhão (os tempos da Pensão Helena!)”.

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