A Câmara Municipal de Lisboa divulgou na semana passada um contrato assinado com a cantora Madonna a 4 de janeiro, com vista à cedência do logradouro do Palácio Pombal para estacionamento, justificando que objetivo é evitar parqueamento abusivo na zona. O tema deu que falar nas redes sociais e na imprensa, tendo sido um dos assuntos comentados na última emissão de "Governo Sombra".

"De repente a gente pensa: 'mas isto é um país ou é uma reunião de condóminos?' O que é isto? O que é isto? O estacionamento da Madonna? Então, mas eu agora estou a falar do estacionamento da Madonna?", frisou Ricardo Araújo Pereira no programa da TVI24.

"Há duas pessoas que são, basicamente, quem nos obrigou a discutir isso e que são Fernando Medina, que é realmente um totó desde que a Madonna chegou a Portugal. Está: 'ai, vamos recebê-la no Ritz, não sei o quê, muito bem-vinda aqui à nossa cidade, temos todo o gosto. Ai a senhora Madonna. Onde quer parquear? Cuidado com o parqueamento desta senhora. Destroce, destroce Madonna' (...) Por outro lado, é a própria Madonna. Isto é um comportamento que não se admite. Não se admite! A vantagem de uma pessoa ter uma fortuna estimada entre 500 e 800 milhões de dólares é borrifar-se no presidente da câmara, é para isso que é giro ter dinheiro", gracejou Ricardo Araújo Pereira no  "Governo Sombra".

Para o humorista, há dois argumentos para quem defende o estacionamento para os carros da artista pop: "Muito bem e quem protesta tem que saber uma coisa: tu não és a Madonna. E o segundo argumento é: os posts da Madonna valem muito. Um post da Madonna no Instagram? Isto vale tanto".

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