O programa, hoje anunciado na íntegra, apresenta cerca de 20 concertos e performances nos dias 5 e 6 de outubro, distribuídos por sete espaços do Barreiro, como a biblioteca municipal, o largo do mercado e a sede do Futebol Clube Barreirense.

Da nova música portuguesa, destaque para Toda Matéria, projeto em quinteto conduzido pela artista plástica e sonora Joana da Conceição, para o percussionista João Pais Filipe e para Clothilde, ‘alter ego’ da colorista e fotógrafa Sofia Mestre.

A eles juntam-se duas apresentações que puxam o passado para o presente: Telectu, com Vítor Rua e António Duarte a celebrarem os 35 anos do álbum “Belzebu”, e o compositor Cândido Lima, que aos 79 anos recupera a peça vanguardista “Oceanos”, de 1979.

A 15.ª edição do festival abrirá no dia 5 à tarde com o projeto de investigação europeu "Unearthing the Music", da associação cultural OUT.RA, destinado a "dar visibilidade às músicas experimentais criadas nos regimes não-democráticos europeus na segunda metade do século XX, com particular ênfase nos países situados para além da chamada 'Cortina de Ferro' no leste europeu".

No âmbito desse projeto, o Out.Fest dará espaço à instalação visual “Literal Translations”, do autor finlandês Anton Nikkila, assente no vanguardismo artístico soviético, e à interpretação de “Thinking of Khlebnikov”, peça para percussão solo do autor russo Vladimir Tarasov.

Entre as novidades, destaque ainda para Yek, que junta o alemão Burnt Friedman com o percussionista iraniano Mohammad Reza Mortazavi.

Anteriormente tinham já sido anunciados, entre outros, Nídia (Portugal), Lotic (Estados Unidos), Linn Da Quebrada (Brasil), Jimi Tenor (Finlândia) e Group A (Japão).

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