De acordo com um relatório da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), no final de junho o número de assinantes do serviço de TV por subscrição atingiu cerca de quatro milhões, mais 132 mil (+3,4%) do que no mesmo período do ano anterior.

“O crescimento do serviço deveu-se às ofertas suportadas em fibra ótica (FTTH), que registaram mais 298 mil assinantes em relação ao primeiro semestre de 2018 (+20,2%)”, refere o regulador.

A fibra ótica continuou, aliás, a ser a principal forma de acesso ao serviço de televisão por subscrição, (com 44,4% do total de assinantes), seguida da TV por cabo (33,2%), do DTH (12,0%) e do ADSL (10,4%).

No que se refere às quotas dos vários prestadores, o grupo NOS deteve a quota de assinantes mais elevada (40,5%), seguindo-se a MEO, a Vodafone e a NOWO com quotas de 39,6%, 15,8% e 4,0%, respetivamente.

A MEO e a Vodafone foram os prestadores que, em termos líquidos, mais assinantes captaram face ao primeiro semestre de 2018, tendo as suas quotas aumentado 0,7 e 1,1 pontos percentuais, respetivamente.

Em sentido inverso, as quotas do grupo NOS e da NOWO diminuíram (-1,4 e -0,4 pontos percentuais, respetivamente).

Em comunicado, a MEO destaca encontrar-se atualmente em termos de quota de mercado a “apenas a 0,9% do operador incumbente”, sendo que, “assim que atingir este marco, será o primeiro operador a tornar-se líder de mercado de TV em apenas dez anos”.

Ainda segundo o relatório da Anacom, o nível de concentração, medido pelo índice Herfindahl-Hirschman, apesar de elevado, “diminuiu ligeiramente” face ao mesmo período do ano anterior.

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