"Toy Boy" já estreou em 2019, mas só chegou à Netflix no final de fevereiro de 2020. A série espanhola protagonizada por Jesús Mosquera, Cristina Castaño, María Pedraza e José de la Torre conta com 13 episódios e tem estado entre os conteúdos mais vistos no serviço de streaming em Portugal e um pouco por todo o mundo - segundo o El País, a produção foi uma das mais vistas dos últimos tempos em Espanha, nos Estados Unidos, Brasil, Argentina e México, por exemplo.

O sucesso da série é medido pelo novo ranking que a Netflix disponibiliza, pelas pesquisas no Google e pelos seguidores, 'gostos' e comentários nas redes sociais - só no Instagram, a conta oficial de "Toy Boy" soma 130 mil seguidores.

TOY BOY

O 'caminho' da série pode ser comparado com o de "La Casa de Papel", que regressa no dia 3 de abril. Tal como a série que segue o Professor e a sua equipa, "Toy Boy" estreou na televisão espanhola (Antena 3), mas não conquistou os espectadores, registando uma audiência baixa. Mas tudo mudou quando a produção da Plano e Atresmedida chegou à Netflix - o mesmo que aconteceu com "La Casa de Papel".

"Mas como é que "Toy Boy" conseguiu prender a atenção do público tão rapidamente?", questiona o El País. "É uma série que, dentro da sua originalidade, reúne ingredientes muito comerciais e variados: drama, crime e poder", frisou o produtor Emilio S. Pina em entrevista à revista S Moda.

A história segue um stripper (Jesús Mosquera) condenado por um crime que nega ter cometido. "Depois de sete anos encarcerado numa prisão em Málaga, um stripper sai em liberdade condicional, decidido a provar que a amante o incriminou pelo homicídio do marido", explica a Netflix na sinopse de "Toy Boy".

Para tentar provar a sua inocência, o protagonista, Hugo, tem ao seu lado uma jovem advogada, personagem por María Pedraza ("La Casa de Papel" e "Elite").

TOY BOY

"As plataformas transformaram-se na ferramenta definitiva para exportar as nossas séries. Graças a fenómenos como ‘La Casa de Papel’, a ficção espanhola colocou-se no objetivo do mercado internacional e despertou seu interesse", acrescenta o produtor em entrevista ao à revista do El País.

Para já, ainda não foi confirmado se "Toy Boy" vai contar com uma segunda temporada, tal como acabou por acontecer com "La Casa de Papel".  "Penso que poderia acontecer a mesma coisa", sublinha o produtor. "Mesmo que a divulgação seja diferente para cada produção, a verdade é que dentro do catálogo ocorre uma certa democratização. Essa é a razão pela qual às vezes uma série, sem que necessariamente seja a mais visível, tem mais sorte e se transforma num fenómeno", acrescenta.

Veja o trailer:

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