O grupo de media e entretenimento Disney anunciou na segunda-feira (12) a reorganização das suas unidades de negócio, que se vai focar ainda mais na transmissão contínua de conteúdos por streaming.

Em agosto, a empresa anunciou que o serviço da Disney+ tinha mais de 60 milhões de assinantes e que a soma dos assinantes dos seus serviços de streaming - Disney+, ESPN Plus e Hulu – atingia os 100 milhões.

Na sua agenda permanece o lançamento de outro serviço de transmissão internacional, em streaming, designado Star.

A pandemia do novo coronavirus prejudicou as suas receitas de bilheteira ao provocar o encerramento de muitos espaços de projeção e atuação.

A Disney divulgou filmes importantes através dos serviços de streaming, que normalmente deveriam ter sido projetados em salas de cinema.

Por outro lado, os norte-americanos continuam a abandonar as subscrições de estações por cabo, o que prejudica as receitas das redes televisivas da empresa.

Esta situação levou o conglomerado a criar três segmentos de conteúdos, para desporto, entretenimento geral e os seus estúdios, que têm arquivos famosos, como "Star Wars" e Marvel.

O foco principal vai ser a realização de espetáculos e filmes destinados ao streaming, afirmou o presidente executivo da Disney, Bob Chapek, em comunicado.

Entretanto, uma nova estrutura vai controlar as vendas dos conteúdos e as operações de streaming.

A Disney é uma das muitas operadoras de serviços de streaming da área tecnológica e entretenimento, como a Peacock, da NBCUniversal, e a HBO Max, da WarnerMedia, que estão a disputar à Netflix a atenção e o dinheiro dos consumidores.

Neste conjunto, o Disney+ em sido considerada uma das mais bem-sucedidas.

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