O quinto filme da saga "Indiana Jones" chega aos cinemas em 2019, mas sem uma das suas forças: George Lucas.

O cineasta de "Star Wars" surgia aqui no papel de produtor do amigo Steven Spielberg e todos os filmes começavam com uma ideia sua, o chamado 'MacGuffin': o que Indiana Jones andava à procura.

Mas não desta vez: a Disney e a Lucasfilm anunciaram que o argumentista David Koepp, que colaborou em "Parque Jurássico" (1993), "Guerra dos Mundos" (2005) e ainda "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal" (2008), iria escrever a nova aventura, e numa entrevista ao Collider, revelou que Lucas não está envolvido.

'Não está, tanto quanto sei. Não tive nenhum contacto com ele', esclareceu.

Foi Lucas que surgiu com a ideia da procura do artefacto que eventualmente conduzia a extraterrestres para "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal" (2008), que foi criticada por muitos fãs.

David Koepp explica que se tratou de uma decisão consciente a partir do momento em que se decidiu que o filme se ia passar em 1957 e a inspiração seria o cinema de ficção científica, tal como as influências para os primeiros três títulos foram os filmes da Segunda Guerra Mundial.

O MacGuffin é a grande prioridade, revela o argumentista, para ter a certeza que encaixa no filme que todos querem fazer. E aprender com o que não correu bem no filme anterior.

'Neste momento, estou mergulhado imenso nisso. Tudo o que posso dizer é que existem muitos extraterrestres e Indy morre no fim [risos]. Esconder-se muito em frigoríficos revestidos a chumbo, extraterrestres e ele morre. Deve correr muito bem'.

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