Uma das sensações do cinema português deste ano abre o Queer Lisboa.

"Diamantino", vencedor da Semana da Crítica do Festival de Cannes, marca a estreia de Gabriel Abrantes, trabalhando em parceria com o norte-americano Daniel Schmidt, nas longas-metragens. Com elogios na Variety e no Hollywood Reporter, tem sido descrito como uma abordagem algo delirante do mundo das celebridades – mas também outras coisas mais…

O personagem-título, vivido por Carloto Cotta, é um famoso jogador do futebol, no entanto caído desgraça ao falhar um penalti num momento crucial.

Vivendo na Madeira (o cineasta nega que Cristiano Ronaldo seja a única fonte de inspiração, mas há a própria semelhança física lembra o astro madeirense), ele é um atleta não propriamente culto ou inteligente, que tem fantasias alucinadas e a sua vida modificada quando acolhe uns “refugiadozinhos” que o fazem perceber que existem pessoas com dificuldade…

Ao mesmo tempo, vive assombrado pelas palavras do pai, que comparava o seu futebol à arte de Leonardo da Vinci.

"Diamantino" foi um projeto que levou cinco anos em desenvolvimento por um realizador habituado a uma larga produtividade (cerca de duas curtas-metragens por ano) e que, além da produtora portuguesa Maria & Mayer, reúne empresas de Brasil e França na coprodução. É exibido esta sexta-feira, 14 de setembro, às 21h00, na sessão de abertura do Queer Lisboa.

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