Foi uma das grandes novidades da convenção Disney’s D23 Expo em agosto: após quase 15 anos, Ewan McGregor iria regressar à galáxia "Star Wars" como Obi-Wan Kenobi numa minissérie para o serviço de streaming Disney+.

Após a Disney comprar a Lucasfilm em 2012, fãs e analistas abordaram com insistência as possibilidades do ator escocês voltar ao papel do jovem Obi-wan que desempenhou na segunda trilogia de George Lucas, entre 1999 e 2005.

Sempre que o tema surgia nas entrevistas, o ator respondia que estava recetivo mas ninguém do estúdio falara com ele. O que, afinal, não era verdade.

"É um alívio gigantesco. Porque tive de mentir às pessoas sobre isso durante quatro anos", revelou agora numa entrevista à Men’s Journal [a ligação não está disponível para a União Europeia].

Apesar do secretismo à volta do projeto que começará a filmar no verão de 2020, o ator avançou que serão seis episódios de uma hora e confirmou o que é óbvio: a história vai mostrar o que se passou entre o final de "Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith" (2005), quando "nasceu" Darth Vader e começou a crescer o Império, e o primeiro "Star Wars" (1977), onde o mestre Jedi, como Ben Kenobi e interpretado pelo lendário Alec Guiness, se cruzou com Luke Skywalker (Mark Hamill).

Alec Guiness em "Star Wars" (1977)

Ewan McGregor também partilhou que não viu os seus filmes desde que estrearam nos cinemas, mas iria fazê-lo.

Considerou ainda os 15 anos de diferença uma vantagem: "Quero aproximar-me cada vez mais de como o Obi-Wan  se sentia enquanto o Alec Guiness o interpretava. Sinto que estou mais velho e próximo dele [do ator] em idade, portanto vai ser mais fácil fazer isso".

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