O ursinho de pelúcia laranja é a segunda personagem que mais rendimentos gera em termos de «merchandising» em todo o mundo (a primeira é o próprio Mickey Mouse), daí que não seja surpreendente a recente decisão da Disney de voltar a dar grande enfoque a
Winnie the Pooh, através de uma nova investida na produção de livros, filmes e «merchandising» por ele protagonizados.

O ano de 2011 marcará assim o regresso de Winnie ao grande ecrã, embora ainda não se saiba se o que está previsto é uma produção de grande envergadura ou um filme de orçamento médio e qualidades pouco acima das da animação televisiva, que tem caracterizado boa parte das investidas da personagem no grande ecrã. De qualquer forma, nesta fase de predomíniop da animação por computador, não deixa de ser surpreendente a aposta do estúdio num novo filme de desenho animado, ainda antes de se saber o acolhimento de
«The Princess and the Frog».

Winnie the Pooh foi criado em 1926 pelo britânico
A.A.Milne numa série de vários livros, que os estúdios Disney adaptariam pela primeira vez ao cinema em 1966, com a média metragem
«Winnie the Pooh and the Honey Tree». Em 1977, reunindo esta e as duas médias metragens seguintes (a segunda das quais,
«Winnie the Pooh and the Blustery Day», ganhou o Óscar), foi lançada a longa-metragem
«As Extra Aventuras de Winnie the Pooh», então muito elogiada.

A partir daí, a Disney não voltou a largar a personagem: além da meia dúzia de filmes lançados directamente em DVD, houve ainda três longas-metragens de orçamento modesto (para os padrões da Disney) que tiveram estreia em sala:
«As Aventuras do Tigre» (2000),
«Piglet – O Filme» (2002) e
«Heffalump – O Filme» (2005)

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