Criado pela estrutura responsável pelo Extramuralhas, que anualmente leva a Leiria dezenas de bandas internacionais do cenário musical mundial alternativo, Monitor dedica-se a dois géneros que também integram o programa desse outro festival, mas decorre dentro de portas, “numa vertente mais ‘clubbing’ e intimista’”, explicou à agência Lusa o presidente da Fade In.

“Sendo um evento que decorre numa sala como a [discoteca] Stereogun, com excelentes condições de som, luz e vídeo, acaba também por se tornar numa experiência multimédia. A toada dançável da maioria das bandas em cartaz dá ao festival uma vincada componente eletrónica e techno(lógica)”, sublinhou Carlos Matos.

Com um ambiente e formato “propício ao convívio” - o festival tem duas partes, com intervalo para jantar -, Monitor assume-se como um “encontro anual de amantes deste género de música”.

Após dois anos de interrupção forçada devido à pandemia, a Fade In convidou para este regresso do Monitor seis bandas, cinco das quais fazem a estreia absoluta em Portugal. “E vêm a Leiria em regime de exclusividade”, realçou o programador.

Sábado, a música começa às 18h00, com concerto dos franceses Bracco, alinhados no pós-punk e electropunk, seguindo-se no palco da Stereogun Thymian, suíços que tocam também pós-punk e dark-pop. A primeira parte fecha com os suecos Isolated Youth, que reservam para o público nova dose de pós-punk e também pop niilista, descreve a organização.

Após o jantar, o festival apresenta a synthwave e techno dos NNHMN, da Alemanha, pós-punk e new wave dos norte-americanos Bootblacks, encerrando com a minimal wave e techno dos alemães Rue Oberkampf.

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