O resultado inclui os temas rock “Woman Down”, “Celebrity” e “Numb”, que exibem as texturas com sintetizadores e loops de bateria de Sigsworth, e os mais calmos “Win and Win”, “Receive” e “Guardian”. Em conjunto, Morissette e Sigsworth (que também já trabalhou com Björk e Madonna) compuseram entre 25 a 30 canções. Para dar uma sonoridade mais eletrónica ao disco, Morissette convidou o produtor Joe Chiccarelli (Jason Mraz, White Stripes, The Strokes). “Guy contribui com a sua magia ilimitada, quase sobrenatural e tecnologicamente avançada”, afirma a cantora, “e depois temos Joe, que honra a narrativa e cria uma sonoridade rock bruta, incrivelmente moderna. A mistura destes dois produtores foi a integração ideal para mim. Quis que o disco tivesse estes aspetos fantásticos do que a tecnologia pode construir, associado a um lado humano, terreno, e creio que foi isso que conseguimos criar.”

Até o título é uma referência ao equilíbrio geral do disco, apesar de a cantora admitir que foi um desafio criar um título que refletisse a diversidade dos assuntos abordados. “‘Havoc refere-se ao tema com o mesmo título e aos desafios e consequências de assumir a responsabilidade e recuperar de várias dependências”, explica a cantora. “Bright Lights aborda a espiritualidade que invade todos os temas, sendo todos nós “leves” no nosso âmago, e o calor intenso (ou luzes fortes) do estatuto de celebridade e estar sob os holofotes, como no tema Celebrity."

Morissette, nativa de Otava, Canadá, conquistou o estatuto de estrela internacional em 1995, com o álbum "Jagged Little Pill", vencedor de quatro prémios Grammy e o álbum de estreia mais vendido de sempre de uma artista feminina nos EUA - e ainda o álbum de estreia mais vendido de sempre na história da música.

No entanto, apesar de todos os prémios, a única coisa que a cantora sempre desejou foi a existência de uma ligação. “Na minha adolescência, pensei que a fama me traria uma maior sensação de ligação, mas acabou por acontecer o oposto”, afirma. “Em vez disso, tornei-me num ecrã no qual as pessoas poderiam projetar as suas ideias e isso acabou por afastá-las de mim, o que foi algo devastador. Este novo álbum representa uma celebração para mim porque ainda consigo vingar no contexto da cultura popular, mas também estou a experimentar essa sensação de ligação porque agora o ambiente permite isso mesmo. Quer seja através das redes sociais, Twitter ou blogues, consegui alcançar essa relação íntima com os meus fãs e pares que sempre quis ter.”

Alinhamento de "Havoc and Bright Lights":

1. "Guardian"
2. "Woman Down"
3. "'Til You"
4. "Celebrity"
5. "Empathy"
6. "Lens"
7. "Spiral"
8. "Numb"
9. "Havoc"
10. "Win and Win"
11. "Receive"
12. "Edge of Evolution"

Newsletter

Fique a par de todas as novidades do SAPO Mag. Semanalmente. No seu email.

Notificações

Os temas quentes do cinema, da TV e da música estão nas notificações do SAPO Mag.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.