A estes três grupos rock portugueses juntam-se ainda duas bandas mais recentes, os Volcano Skin e os The Jack Shits. Todos eles já tinham passado pelo Sabotage e juntam-se agora para celebrar o aniversário.

"O Sabotage era uma ambição antiga, depois do encerramento da editora/distribuidora Sabotage. Isto é uma cambada de melómanos e foi irresistível continuar", explicou à agência Lusa um dos responsáveis, João Rolo.

Com capacidade para pouco mais de 150 pessoas, o Sabotage tem sido palco sobretudo para "bandas novas e em início de carreira", embora acolha - como revela o cartaz de aniversário - grupos já com carreira sólida e que têm afinidades com o perfil do espaço.

"Lisboa nunca teve tanta oferta cultural como agora, há mais de produção mais facilitados, mas o nosso trabalho é dar espaço a bandas que estão a começar, a lançar as primeiras demos. Têm de ser bandas de originais", sublinhou.

João Rolo diz que o Sabotage acolhe todas as tribos musicais, seja do rock, do funk, do jazz, e que o espaço foi ganhando visibilidade no "passa a palavra". O Sabotage Club é pequeno "mas a diferença é que tudo o que tenhos ganhado tem sido investido em condições para os músicos tocarem".

O Sabotage Club abriu portas a 30 de abril de 2013, o cartaz oficial do aniversário é só na quinta-feira e na sexta-feira, com aqueles concertos, seguidos de sessões com DJ. Mas hoje o espaço já está em clima de festa, com um concerto de The Legendary Tigerman.

@Lusa

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