"Nós, Ritmos & Blues, damos a mão à palmatória que, de facto, os preços eram caros para o nosso país. Mas eles [a produtora Live Nation] é que mandam", disse aos jornalistas Nuno Braancamp, responsável da produtora portuguesa.

Na quinta-feira, em conferência de imprensa, a Ritmos & Blues disse esperar no domingo cerca de 40 mil espetadores no estádio Cidade de Coimbra, cuja lotação para o concerto - 45 mil lugares, a preços entre os 45 e 170 euros - não deverá esgotar.

Nuno Braancamp frisou que a responsabilidade da fixação dos preços dos bilhetes é do presidente da Live Nation, Arthur Fogel, e que a empresa norte-americana "manda" nos produtores locais."Ele é que decide, ele é que decide os preços que quer pôr e nós não temos voto na matéria", frisou.

Nuno Braancamp admitiu ainda que "é muito difícil" e "arriscado" fazer o concerto de Madonna, na altura de crise que o país atravessa, num ano em que há "tanta oferta" de concertos em vários pontos do país e o Rock in Rio, realizado em Lisboa."Mas já tínhamos feito todos os grandes artistas, só nos faltava fazer Madonna", afirmou.

O concerto da digressão de apresentação do novo álbum de Madonna, "M.D.N.A", tem início marcado para as 20:00 de domingo, com uma duração prevista de cerca de duas horas. Na primeira parte, atua o DJ francês Martin Solveig.

Este será o terceiro concerto de Madonna em Portugal, depois da passagem em 2004 pelo Pavilhão Atlântico e em 2008 pelo Parque da Bela Vista, ambos em Lisboa.

@Lusa

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