Os Sensible Soccers vão atuar na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, no sábado, seguindo-se o Salão Brazil, em Coimbra, no dia 22, o Teatro Municipal de Vila do Conde, dia 1 de março, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, dia 8, São João da Madeira dia 15 e, por último, o Passos Manuel, no Porto, dia 22 do próximo mês.

A banda que viu a canção “Twin Turbo” ser utilizada num vídeo feito pela empresa bracarense MezzoLab sobre Cristiano Ronaldo e a Bola de Ouro e partilhado por mais de 100.000 pessoas no Facebook ambiciona chegar a públicos além da Península Ibérica, estando já preparada uma atuação num “sítio bastante imprevisto” a meio deste ano, disse Filipe Azevedo, sem querer adiantar qual ou quando, havendo passagem já confirmada pelo nacional Boom Festival. “Essa nossa ambição de nos internacionalizarmos é grande, mas tem de ser sustentada. Não vale a pena ir com o carro à frente dos bois. Queremos muito fazer uma tour pela Europa, mas tem de haver condições para isso. Havemos de ir além Espanha”, referiu o membro da banda. Filipe Azevedo lembra que “alguém já disse” que os Sensible Soccers não querem ser grandes em Portugal, mas “pequenos lá fora”.

O registo de estreia, produzido por Filipe Azevedo e João Moreira e editado numa colaboração entre a PAD e a Groovement, foi apresentado em concerto no final do ano passado e disponibilizado para venda em K7, mas só agora vai ser vendido noutros formatos como CD e LP.

Os quatro elementos da banda distribuem-se por Coimbra, São João da Madeira e Vila do Conde, mas o “centro de estágio” dos Sensible Soccers é em Fornelo, neste último concelho, onde se reúnem em alturas de concertos ou de produção de novo material.

“O álbum são oito homenagens a oito personagens, não quero dizer oito pessoas, mas são personagens. Não quero estar a referir-me a nenhuma em específico. E é muito simples, nós gostamos muito da ideia de homenagem e é mais uma concretização disso em forma de álbum. O nome do disco é mesmo isso, ‘Oito’, e se virares ao contrário parece o infinito, mas isto não interessa”, disse o guitarrista da banda, entre risos.

Questionado sobre as vidas dos quatro membros da banda para além do grupo, Filipe Azevedo é claro: “Para já, somos os quatro desempregados. Somos comuns portugueses neste momento. Não somos extraordinários”.

Em relação à reação, quer do público quer da crítica, à produção da banda que agora se estreia em longa duração, Filipe Azevedo reconhece ficar sempre surpreendido, questionando: “Será que isto não é só um hype e as pessoas não estão a perceber o que se passa ali? No fim, não quero saber. Quero é continuar a fazer música e lançar outro disco para ver o que é que acontece”.

@Lusa

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