De acordo com o programa do festival, este ano em quinta edição, até domingo, as zonas de São Bento e do Poço dos Negros, em Lisboa, vão ser o ponto de cruzamento de culturas asiáticas, europeias e africanas.

Iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, organizada pelo Gabinete Lisboa Encruzilhada de Mundos (GLEM), o festival tem início hoje com visitas livres ao Atelier Júlio Pomar, que decorrem entre as 10:00 e as 18:00.

A Assembleia da República vai ser este ano um dos pontos do itinerário cultural do festival, acolhendo várias ações desta iniciativa, como a exposição itinerante, que inaugura hoje, às 20:00.

Da autoria do fotógrafo Luís Pavão, a exposição mostra a diversidade dos rostos humanos, e vai estar patente na escadaria do parlamento.

No sábado, às 12:00, será a música a ocupar este espaço, com a atuação do grupo Jaipur Maharja Brass Band, uma fanfarra composta por oito músicos, que usam instrumentos de sopro com raízes na prática do Rajastão, na Índia.

No sábado e no domingo, o público pode entrar no Palácio de São Bento para a apresentação, na Sala do Senado, do espetáculo "Kohlhaas", às 17:00, sobre o texto "Michael Kohlhaas", de Heinrich von Kleist.

Entre quinta-feira e domingo, o festival vai também contemplar, entre outras iniciativas, a exposição "Urban Sketchers", na Fundação Mário Soares, passeios pela História da Rua de São Bento, gastronomia com música, por Nele Duportail e Nuno Salvado, concertos de percussão por Ruca Rebordão e concertos da Orquestra Bollywood Masala.

@Lusa

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