Com os artistas Eneida Tavares e João Xará, fica fechado o cartaz para o festival Walk&Talk deste ano, que já tinha anunciado, em abril, os nomes de Abbas Akhavan, Alex Farrar, Alice dos Reis, Catarina Miranda, Danny Bracken, Diogo Lima, Flávio Rodrigues, Gustavo Ciríaco, Ilhas Estúdio, Joana Franco, João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira, Luís Senra, Luísa Salvador, Mané Pacheco, Margarida Fragueiro, Miguel Flor, Nadia Belerique, Pedro Maia & Lucy Railton, Sofia Caetano e Tropa Macaca.

Sob o mote "Será por onde formos", o festival pretende explorar "dimensões de circulação, tempo e encontro e a sua influência na construção de perceções, códigos, movimentos e novas ecologias e comunalidades".

Em 2020, a organização optou por um interlúdio na edição que marcava a primeira década deste festival açoriano de artes, com a edição 9.5, que se realizou entre o presencial e o digital, mas regressa este ano com um programa presencial, com excursões diárias que se ancoram em exposições, instalações, performances e conversas.

Para ver, há quatro novas peças do circuito de arte pública – as intervenções de João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira em Água de Pau, de Luísa Salvador nos Mosteiros, de Tropa Macaca no Skate Park da Relva e de Abbas Akhavan no Jardim José do Canto, em Ponta Delgada.

Entre 15 e 18 de julho, estarão abertas as exposições de Alex Farrar e Danny Bracken no Espaço Vaga, Mané Pacheco, no Museu Carlos Machado, Margarida Fragueiro, no Solmar Avenida Center, Sofia Caetano, na Galeria Fonseca Macedo, Alice dos Reis e Nadia Belerique, no Arquipélago, Catarina Miranda, no Teatro Micaelense, e Joana Franco, no Instituto Cultural de Ponta Delgada.

Os espetáculos e 'performances' arrancam no dia 16 de julho, às 19h30, no Teatro Micaelense com “Cabraquimera”, de Catarina Miranda, que leva também “The Dream is The Dreamer” ao Centro de Artes Contemporâneas Arquipélago no dia 18 de julho, às 19h00.

Há ainda “Nova Criação”, de Pedro Maia e Lucy Railton, às 22h00 de 17 de julho, no Teatro Micaelense, “Fascínio Suave”, do saxofonista Luís Senra, às 19h00 de 22 de julho, no Arquipélago, e a 'performance' “Cobertos pelo Céu”, de Gustavo Ciríaco, pode ser vista de 16 a 24 de julho no Pico do Refúgio.

No cinema, o realizador micaelense Diogo Lima apresenta “Os Últimos Dias de Emanuel Raposo”, a 23 de julho, às 21h30, no Teatro Micaelense.

Serão promovidas excursões diárias, que podem acontecer a pé, de bicicleta ou com deslocações de autocarro e terão diferentes lotações e durações, mas os projetos podem também ser visitados de forma livre e autónoma.

Esta edição reafirma também a continuidade do Programa de Conhecimento, através da Summer School W&T e outras ações de mediação, e arrancam também as residências artísticas no âmbito da próxima edição, em 2022".

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