A programação do evento é constituída por atuações de Cachapa X Dj Sims, Marvel Lima, Miss Lava, Uaninauei, Baleia Baleia Baleia, Pedaço Mau, Cancro, Thrashwall e semiCirco e DJ Fatinch, indicou hoje a organização, a cargo da Capote Música e da Câmara de Évora.

A 5.ª edição do Capote Fest - Festival da Música Moderna Portuguesa integra o Mês da Juventude, em Évora, e os concertos agendados, entre quinta-feira e sábado, distribuem-se pela SOIR – Joaquim António d’Aguiar, a SHE - Sociedade Harmonia Eborense e uma discoteca da cidade.

O certame, cuja “raiz” assenta na “descoberta e celebração da música portuguesa, desde a mais tenra idade à mais adulta”, promete “temperar” a cidade com “o melhor do talento nacional”, destacou a organização.

“De ano para ano, apresentamos pratos cheios de bons ingredientes da terra temperados com sugestões de fora, marinados em lume brando de sonoridades criativas”, afirmou.

No “cardápio” desta edição, o primeiro “prato”, na quinta-feira, junta o rapper Cachapa, nascido e criado em Évora, com o DJ Sims.

A banda Marvel Lima, de Beja, já em “modo quarteto, após uma pausa estrutural e reflexiva”, constituída por José Penacho, Diogo Vargas, Diogo Marques e Gil Amado, apresenta-se em palco no segundo dia do festival, numa jornada em que decorrem outros três espetáculos.

Essas propostas são os Baleia Baleia Baleia, formados por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria), a banda Cancro, com Tiago Lopes, José Penacho (Marvel Lima e Riding Pânico) e Fabio Jevelim (Paus e Riding Pânico), e o grupo semiCirco, de Évora, um projeto de música experimental com Diogo Fragoso, Edgar Lage, André Bagorro e Carlos Carvalho.

No último dia, o Capote Fest tem para oferecer ao público as atuações do grupo lisboeta Miss Lava, da banda Uaninauei, “um desvario de rock trintão” e com elementos “nados e criados em Évora, Cabeção e Benavila”, do grupo de rock alternativo Pedaço Mau, oriundo de Viana do Castelo, e da formação Thrashwall, de Évora e junta desde 2015, inspirada no Thrash Metal.

O cartaz deste ano, que aposta em colocar Évora “no roteiro dos festivais de música nacional”, encerra com a atuação, numa discoteca, do DJ Fatinch, que é Miguel Alegria, também de Évora.

O evento quer “ser uma montra de oferta artística musical com propostas de programação diferenciadoras que proporcionem descobertas musicais” no Alentejo “com alto potencial de atração e desenvolvimento de públicos, incentivando o surgimento de mais projetos”, frisou a organização.

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