Johnny Depp esteve presente durante um evento no Cineramagedoon, um cinema drive-in para apresentar "The Libertine", um filme de 2004 onde o ator protagonizou o poeta John Wilmot, Segundo Conde de Rochester.

O ator chegou num Cadillac vintage azul e fumou um cigarro enquanto pousava para as fotografias que os fãs lhe tiravam. Começou por introduzir o filme, com a diretora Julian Temple. "Muito obrigada por me terem aqui. Isto é lindo, caótico, louco... Eu fiz o filme porque quis trazer a Inglaterra um grande poeta do qual eles perderam. Perderam porque ele foi rescrito como um gozão, uma fraude. Este homem é um dos poemas mais profundos.

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No entanto durante as perguntas do público a conversa mudou de tema e Johnny Depp falou do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump. "Eu acho que ele precisa de ajuda e há imensos sítios escuros fantásticos, sítios escuros para onde ele podia ir". Indo mais longe, numa referência à morte do presidente Abraham Lincoln em 1865, perguntou "Quando é que foi a última vez que um ator matou um presidente?", acrescentando que Johnny Depp quis também referir que não era um ator e que "era pago para mentir. No entanto já passou algum tempo e se calhar está na altura."

Depois de incentivo e palmas do público com a sua resposta, Deep quis esclarecer: "Isto é só uma pergunta - eu não estou a insinuar nada. Já agora, isto vai para a imprensa. Vai ser horrível. Gosto do facto de fazerem parte disto.

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