O vereador da Câmara de Loulé Carlos Carmo, também diretor do festival, explicou à agência Lusa que a iniciativa de apresentação do Med, realizada hoje no café Calcinha, foi o segundo de quatro momentos de divulgação do cartaz da edição de 2019 do festival, depois da apresentação inicial, em 14 de março, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL).

“Anunciámos alguns nomes que vão constar também da programação do renovado palco Castelo, e são a Márcia, que esteve presente connosco nesta apresentação, o Ricardo Ribeiro, o Júlio Pereira, a Elisa Rodrigues, o Rubens Monteiro e o Luís Galrito, que convida João Afonso”, disse Carlos Carmo no final da iniciativa.

O vereador precisou que o objetivo foi criar momentos em que alguns dos artistas participantes no festival pudessem também atuar, em vez da aposta, como aconteceu em anos anteriores, numa apresentação inicial e outra final com a totalidade do cartaz, mediadas por comunicados que anunciavam os nomes de artistas participantes.

“Este ano decidimos que haveria mais dois momentos, além das apresentações inicial e final, que de uma forma presencial, convidando alguns nomes que iriam ser apresentados, faríamos momentos de apresentação em locais ou da cidade de Loulé ou de fora”, afirmou.

Carlos Carmo anunciou que a próxima apresentação decorrerá em Lisboa, no Capitólio, em 08 de maio, e a última está agendada para o Cineteatro Louletano, no dia 25 do mesmo mês.

“Optámos por este ano fazer de forma diferente vários momentos de apresentação de novidades e nomes que vão estar no cartaz do festival Med e decidimos fazer num dos espaços emblemáticos, se não o espaço mais emblemático ao nível da cultura e da nossa identidade aqui da cidade de Loulé, o café Calcinha, que com o poeta António Aleixo à porta traduz muito bem o que é a nossa identidade”, disse o vereador, referindo-se à iniciativa de hoje.

O diretor do festival afirmou que, com estes novos nomes anunciados, o número de artistas confirmados para a edição de 2019 “supera já as duas dezenas”.

O vereador justificou ainda a alteração do formato de apresentação com a ideia de abandonar uma “comunicação mais formal”, como a nota de imprensa, para “criar um momento mais personalizado, com a presença de nomes que vão ser anunciados para o festival, em locais icónicos da cidade ou fora de portas, como neste caso a capital” portuguesa.

“E criamos momentos de comunicação muito próprios, com hoje, em que assistimos no café Calcinha a um pequeno concerto acústico com quatro músicas da Márcia. É uma forma inovadora na forma de comunicar e de apresentar o festival”, considerou Carlos Carmo.

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