Às 18:00 de hoje, num palco de nome Cidade, cuja localização vai ser divulgada duas horas antes dos concertos, o Ensemble Insano abre o festival que prossegue até domingo.

Ainda hoje, os palcos Taina e Milhões vão receber os concertos de Indignu, com Ana Deus, 700 Bliss, Mauskovic Dance Band, entre outros.

Até domingo os espectadores vão poder assistir a dezenas de atuações, entre regressos e estreias, numa edição que se realiza em setembro, em vez do habitual mês de julho.

Assim, vai ser possível ver concertos de Johnny Hooker, The Heliocentrics, Scúru Fitchádu, Warmduscher, Lena d’Água e Primeira Dama com a Banda Xita, Greengo, entre muitos outros.

Em declarações à Lusa, em julho, Márcio Laranjeira, da organização do festival, confirmou que haverá alterações, mas “não a nível do que é o festival, que continua a ser feito pelas mesmas pessoas, os espaços vão ser os mesmos, vai manter a mesma linha: a ideia de ser uma mostra do que está a acontecer naquele momento”.

“Onde vai sofrer alterações será mais na dinâmica entre todos os espaços, entre os palcos, entre a cidade e os palcos, e a tónica maior é trabalhar melhor o tempo e o espaço, as coisas terem mais espaço para respirar entre elas”, afirmou o programador, que explicou que querem contrariar a tendência de haver concertos simultâneos que obrigam o público a uma divisão entre palcos.

Márcio Laranjeira lembrou o que acontece em muitos festivais: “Ficas com aquela sensação de que viste demasiadas coisas e não viste nada, porque é demasiada informação. Este ano queremos contrariar esse ritmo”.

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