A obra relata oito dias de caminhada, num total de 200 quilómetros, numa média de 25 quilómetros por dia.

A editora diz tratar-se de "uma viagem inspiradora que demonstra uma grande verdade: muitas vezes as maiores viagens e as melhores aventuras não estão do outro lado do globo, mas sim bem perto de casa".

O autor, segundo a editora, "evoca o período medieval, relembra como se caminhava há mais de oitocentos anos e reitera que há muito a descobrir em Portugal".

Cadilhe recupera técnicas de 'trekking' (trilho), evoca a sua juventude num grupo de escuteiros, "comenta a geografia que vai atravessando e os episódios da História que o itinerário lhe aponta".

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