A Orquestra Gulbenkian abre a digressão em S. Paulo, no dia 6 de novembro, dirigida pelo maestro Lawrence Foster, no palco exterior do Auditório Ibirapuera, concebido por Oscar Niemeyer.

Neste concerto serão interpretados o Concerto para Violoncelo e Orquestra, de Édouard Lalo, e a Sinfonia n.º 3, “Escocesa”, de Félix Mendelssohn.

A orquestra assinala que “marcará presença em algumas das mais emblemáticas salas de espetáculo de São Paulo e do Rio de Janeiro”.

Ainda na capital paulista, a Orquestra Gulbenkian toca na “icónica” Sala São Paulo, nos dias 07 e 08 de novembro.

Nestes dois concertos serão interpretadas, entre outras, as obras “Deux Portraits Imaginaires”, de Pedro Amaral, o Concerto para Violoncelo e Orquestra n.º 1, de Dmitri Chostakovitch, e a Sinfonia n.º 3, de Mendelssohn.

A última apresentação da orquestra em terras brasileiras acontece no dia 09 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro; neste concerto o programa é composto pela Sinfonia n.º 8, de Franz Schubert, o Concerto para Violoncelo e Orquestra de Édouard Lalo e a Sinfonia n.º8, de Antonín Dvořák.

Refira-se que violoncelista brasileiro atua hoje e na sexta-feira com a Orquestra Gulbenkian, sob a direção de Lawrence Foster, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, em Lisboa.

O programa na sala lisboeta é constituído por “Deux Portraits Imaginaires”, de Pedro Amaral. O Concerto para Violoncelo e Orquestra n.º 1, em Mi Bemol Maior, opus 107, de Chostakovitch e a Sinfonia n.º 3, em lá menor, opus 56, “Escocesa”, de Mendelssohn.

“Os dois concertos que preparam esta digressão” brasileira, afirma a Orquestra.

A digressão brasileira da Orquestra Gulbenkian, realiza-se “no âmbito das temporadas de música de duas importantes instituições culturais brasileiras, a Cultura Artística de São Paulo e a Dell’Arte Soluções”.

Antonio Meneses nasceu em 1957 em Recife, no Brasil, no seio de uma família de músicos, e começou a estudar violoncelo aos dez anos. Aos 16 anos conheceu o famoso violoncelista italiano Antonio Janigro que o convidou a frequentar as suas aulas em Düsseldorf e mais tarde em Estugarda. Em 1977, ganhou o Concurso Internacional de Munique e em 1982 venceu e recebeu a Medalha de Ouro do Concurso Tchaikovsky, em Moscovo.

Antonio Meneses apresenta-se regularmente com, entre outras a Sinfónica de Londres, a Sinfónica da BBC, a Orquestra do Concertgebouw, de Amesterdão, a Sinfónica de Viena, a Filarmónica Checa, e as filarmónicas de Berlim, de Moscovo, de São Petersburgo, de Nova Iorque e a de Israel, a Orchestre de la Suisse Romande, e a Orquestra da Rádio da Baviera.

O violoncelista colaborou com diferentes maestros, entre eles, Herbert von Karajan, Riccardo Muti, Mariss Jansons, Claudio Abbado, André Previn, Andrew Davis, Semion Bychkov, Herbert Blomstedt, Gerd Albrecht, Yuri Temirkanov, Kurt Sanderling, Neeme Järvi, Mstislav Rostropovich, Vladimir Spivakov e Riccardo Chailly.

Além da sua agenda de concertos, que inclui a participação em vários festivais, Antonio Meneses orienta cursos de aperfeiçoamento na Europa, nas Américas e no Japão.

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