O concerto "de celebração do que foram as Señoritas" está marcado para o dia 30 no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, explicou Sandra Baptista à agência Lusa.

"É um projeto muito atual, muito íntimo, só faz sentido se se mantiver aquela energia. E não nos estava a apetecer dar continuidade. Faz parte da vida, não faz sentido continuar com este formato, mas podemos fazer outras coisas, não sabemos", disse.

As Señoritas deram os primeiros concertos em maio de 2016, num projeto que nasceu depois do fim de A Naifa.

Numa mensagem na página oficial do Facebook, escreveram hoje: "Já levamos na bagagem dois discos, muitos espectáculos, muitos amigos e belíssimas histórias para contar. Chegou o momento de fazer uma paragem. Com a liberdade com que começámos decidimos parar".

Quando saiu o primeiro álbum, nesse ano, intitulado "Acho que é meu dever não gostar", Mitó Mendes falava na aproximação à música como uma catarse: "Quem não gosta, paciência. Não nos queremos sentir condicionadas. Estamos seguras, sabemos o que temos e as canções surgiram por puro gozo".

"Somos duas mulheres, falamos sobre o nosso dia-a-dia, sobre as nossas experiências de vida, por isso é normal que se diga que isto é um projeto do universo feminino. É um projeto com uma personalidade, mas também com experiência. Fazer uma coisa destas aos 40 tem outro sabor e descontração", afirmou na altura Sandra Baptista também em entrevista à Lusa.

Em 2018 lançaram o segundo álbum, "As saudades que eu não tenho".

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