Borat "ressuscitou" a tempo de tentar influenciar as eleições americanas.

Sacha Baron Cohen fez três filmes à volta do "famoso jornalista" do Cazaquistão que criou para o programa "Da Ali G Show", mas decidiu reformá-lo após o sucesso comercial do último, "Borat: Aprender Cultura da América para Fazer Benefício Glorioso à Nação do Cazaquistão" (2006).

A explicação foi que a provocadora personagem se tinha tornado demasiado mediática para continuar a ser credível, mas como se viu esta terça-feira à noite no "talk-show" de Jimmy Kimmel, continua a não ser difícil encontrar pessoas que não a conhecem.

"A Rússia interferiu com as eleições presidenciais, mas agora todos os olhos estão neles. Portanto, é o Cazaquistão que tem de virar as [eleições] intercalares para o 'Primeiro' Trump", revelou Borat no início de um vídeo filmado numa zona privilegiada de Los Angeles.

Quem conhece a personagem não ficará surprendido por ver a tentativa para impedir um eleitor judeu ortodoxo de votar usando bacon, mas desde encontrar uma mulher que chamou "humanitário" ao atual presidente americano a um apoiante que jura que este não é racista,  ficou demonstrado que mesmo na grande cidade do muito liberal estado da Califórnia e em 2018 não é difícil encontrar grandes apoiantes de Trump... e completamente ignorantes sobre Borat.

VEJA O VÍDEO.

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