A fita sobre um velho que afinal é novo com Brad Pitt e Cate Blanchett é o recordista de nomeações deste ano (acumula 13, entre elas a primeira nomeação para Fincher, na categoria de Melhor Realizador) e mostra um lado do realizador que ainda ninguém conhecia.

Claro que o seu habitual lado negro não deixa de estar presente.

O cinismo em relação ao mundo é quase sempre uma constante na obra do realizador que tem no currículo títulos marcantes como
Se7en – Sete Pecados Mortais, um filme que mudou o conceito de thriller no cinema, ou
Clube de Combate, um ensaio sobre o tédio da existência humana.

Pelo meio da carreira cinematográfica, o cineasta vai trabalhando em alguns telediscos musicais, nomeadamente com Madonna ou os Aerosmith mas, no grande ecrã, a sua primeira longa-metragem foi o terceiro filme da saga
Alien.

A opinião da crítica e do público em relação à sua carreira é consistente: mesmo os seus filmes que causaram menos impacte (
Sala de Pânico,
O Jogo,
Zodiac) são considerados obras cinematográficas de qualidade e sempre com o selo de originalidade que Fincher tão bem sabe deixar.

Na noite de 22 de Fevereiro, e a julgar pela extensa lista de nomeações atribuída a

O Estranho Caso de Benjamin Button poderá bem ser este Fincher quase irreconhecível a levar para casa o
Óscar de Melhor Realizador.

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