Um assassino faz-se passar por artista que pinta miniaturas de borboletas numa idílica cidade italiana, onde deverá concretizar uma última missão. O problema é que o profissional se desleixa e deixa de cumprir a sua regra de evitar todos os contactos humanos, envolvendo-se com uma prostituta e ganhando afeição à localidade e às suas gentes, o que irá complicar de sobremaneira o seu trabalho.

Este é o enredo geral da segunda longa-metragem realizada pelo holandês
Anton Corbijn, após carreira de sucesso na área dos «videoclips» e uma estreia atrás das câmaras de cinema muito elogiada com
«Control», o «biopic» de
Ian Curtis. O filme é produzido pela Focus Features e adapta o romance do britânico
Martin Booth.

Ainda não se conhece o grau de fidelidade que se pretende em relação à obra original (há pelo menos uma alteração de vulto: no livro o protagonista não é um assassino mas alguém que constrói armas para assassinos), mas sabe-se que o argumento está a ser trabalhado por
Rowan Joffe, que também assinou o filme de terror
«28 Semanas Depois». A rodagem deverá arrancar no Outono, em Itália.

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