"O MOTELx não só funciona como um espaço de fruição mas também como um espaço totalmente pedagógico, no sentido de estimular a produção nacional de terror", realça João Monteiro, da organização do festival.

"Não havendo uma escola de cinema, uma indústria ou uma tradição em Portugal, tentamos fazer o nosso melhor para colmatar essa lacuna", acrescenta ainda, realçando que, este ano, o evento acolhe "o maior realizador de terror europeu vivo", o italiano Dario Argento.

Mas além da produção estrangeira, o MOTELX destaca-se pela aposta nacional, em especial na secção competitiva de curtas metragens portuguesas. "Acho que tem havido sempre boa produção nacional", conta um dos elementos do júri, Paulo Furtado. "O meu primeiro critério é quanto os filmes me irão tocar", explica, mostrando-se confiante em relação aos filmes dessa secção. "Acho que vem aí uma boa colheita", sublinha o músico.

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