“A ideia é trazer bandas, profissionais e amadoras, de todos os estilos para tocar ao vivo ao ar livre: museus, praças, jardins”, disse à agência Lusa Diogo Santos, da organização.

O “Faz Música Lisboa” iniciou-se em 2011 com cinco palcos, no ano passado aumentou para oito e este ano conta com 12.

“A nossa ideia é continuar a crescer e aproximar-nos da dimensão que tem Paris ou Nova Iorque, que têm mais de mil concertos por dia”, disse Diogo Santos.

Para isso, admite alargar o evento a outras zonas da cidade “onde normalmente não há concertos, como as Avenidas Novas ou Alfama”, porque atualmente centram-se muito na Estrela, no Rato, no Chiado, na Avenida da Liberdade e no Rossio.

O “Faz Música Lisboa” tem tido “grande aceitação” por parte do público e por parte dos músicos, tendo a organização recebido este ano “mais de 50 candidaturas espontâneas”.

Além dos concertos, há ainda espaço para workshops e ‘jam sessions’, nas quais os espetadores podem levar os seus instrumentos musicais e “saltar para o palco” para tocarem com a banda.

Blues, jazz, rock, fado, folk, fusão ou música clássica são alguns dos estilos musicais que podem ser ouvidos em locais como o Largo Camões, o Jardim da Estrela, o Jardim das Amoreiras, a Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva ou o Jardim Botânico.

O Jardim do Príncipe Real, o Chafariz da Mãe d’Água, a Avenida da Liberdade, o Jardim do Torel ou o Rossio são os outros pontos da cidade onde vão estar montados os palcos.

Entre os grupos musicais que vão atuar contam-se o Capitão Capitão, Asterisco Cardinal Bomba Caveira, Pas de Problème, Avalanche ou a Reunion Big Band.

O “Faz Música Lisboa” é uma festa anual inserida na “Fête de la Musique”, que teve início em França nos anos 80 e se espalhou pelo mundo.

@Lusa

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