Arnold Schwarzenegger quis ser Mister Universo e conseguiu, tal como vir para os EUA e tornar-se uma grande estrela de cinema. Só não pode ser presidente do país que o acolhe desde 1968.

Conhecido membro do Partido Republicado, o ator não pode concorrer à presidência por ter nascido na Áustria, apesar de manter dupla nacionalidade desde 1983.

A limitação não se aplica a outros cargos, o que lhe permitiu lançar uma candidatura bem sucedida para se tornar governador do estado da Califórnia, que desempenhou durante sete anos no início deste século, interrompendo a sua carreira em Hollywood.

Numa entrevista à Adweek, a estrela garante que se não existisse essa restrição teria lançado a sua candidatura às eleições deste ano.

'Porquê agora? Era uma altura muito boa para entrar na corrida', numa referência indireta à impopularidade tanto de Donald Trump, o candidato oficial do seu partido, como de Hillary Clinton, do Partido Democrata.

Schwarzenegger é um republicano conhecido pelo seu conservadorismo em temas fiscais, mas liberal nas questões sociais, o que foi determinante para ganhar a Califórnia, um estado sempre alinhado com o Partido Democrata.

A sua eleição esteve em risco por causa de comportamentos indiscretos com mulheres, mas ao contrário de Trump, reconheceu que se 'portou mal' e que algumas das acusações eram verdadeiras, pedindo desculpa.

A 8 de outubro, anunciou que não votaria no milionário de Nova Iorque e que este não representava os ideais republicanos.

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