A iniciativa foi criada ao abrigo de um protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e o Camões – Centro Cultural Português em Maputo.

O programa destina-se a escritores de nacionalidade moçambicana com obra publicada, residência oficial em Moçambique ou que se encontrem a viver, estudar ou trabalhar no país e que pretendam desenvolver um projeto de criação literária.

O projeto deve ser "coerente com o seu percurso e pertinente na proposta de relação com a cidade de Lisboa, em Portugal".

O júri constituído por Clara Riso (Casa Fernando Pessoa, convidada), Manuel Veiga (CML) e João Pignatelli (Camões – Centro Cultural Português em Maputo) decidiu por unanimidade selecionar a proposta de trabalho de Eliana N’Zualo.

No universo das candidaturas admitidas "é a que melhor se enquadra na lógica do presente programa de residência literária", explicou a organização.

Eliana N’Zualo apresenta-se como uma contadora de histórias que vive e trabalha em Maputo.

Através do seu blogue Escreve Eliana, Escreve e o ‘podcast’ O Nome Disso É África explora temas como a mulher, África, história e política.

N’Zualo é fundadora e membro do coletivo Mata-bicho Feminista, que pretende ser um espaço de debate e reinvenção do Feminismo em Moçambique.

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