Com o festival, o Município de Mafra “pretende festejar a literatura em todas as suas vertentes, com particular relevância para os autores de expressão portuguesa”, é referido em nota de imprensa.

Comissariado pelo escritor José Fanha, que também participa nos encontros de escritores, o festival abre a 1 de novembro, com o especialista em ciências da educação António Sampaio da Nóvoa e um concerto de Agir.

No dia seguinte, decorre o primeiro encontro com autores sobre “História e Ficção”, com Isabel Stilwell, Alberto Santos e Paulo Moreiras.

Para falar sobre “António Gedeão: professor e poeta”, juntam-se, no dia seguinte, Cristina Carvalho, André Gago e Carlos Fiolhais, em mais um encontro de autores.

No dia 3, o festival coloca à mesma mesa os autores Dulce da Costa Pereira, Ungulani Ba Ka Khosa e Germano Almeida para abordar a “Língua Portuguesa: uma casa comum”.

No dia 4, realizam-se encontros de autores sobre literatura infanto-juvenil, com Rita Taborda Duarte, Clovis Levi e David Machado,

“Ler para quê?”, com Ana Cristina Silva, Álvaro Laborinho Lúcio e Eduardo Sá, e sobre “escrever para fazer acontecer”, com Alice Vieira, o angolano Ondjaki e José Fanha, completam o programa.

O festival termina no dia 5, com o encontro de autores sobre ilustração, com André Letria, Jorge Silva e Catarina Sobral, e a intervenção da escritora Hélia Correia sobre “Mafra: horror e maravilha”.

O festival integra ainda uma feira do livro, entre os dias 2 e 5, e sessões de contos tradicionais com escolas, nos dias 30 e 31.

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