“Smile High Club”, de acordo com informação divulgada hoje pela galeria, inclui obras dos artistas e coletivos britânicos Andrea Harz, Carrie Reichardt, Chemical X, James Joyce, Jimmy Cauty, Joseph Ford, Marc Vessey, RYCA e The London Police, do norte-americano Ron English e dos portugueses Estúdio Pedrita.

A galeria Underdogs lembra que Fatboy Slim (Norman Cook) é um “ávido colecionador de arte contemporânea e urbana”, que tem, “no passado, e nas suas próprias palavras, ‘flirtado tentativamente’ com colaborações nas artes visuais”.

“Encorajado pelo seu trabalho com Vhils, Cook foi aliciado a sair da cabine de DJ e a entrar na galeria para fazer a curadoria de ‘Smile High Club’, uma exposição singular inspirada pelo símbolo que ele mais preza, o ‘smiley’ [um círculo amarelo com um sorriso]”, refere a galeria.

O ‘smiley’ é usado por Norman Cook como “logotipo não oficial do seu alter ego musical”, mas também “enquanto mural gigante que decora o telhado da sua casa, motivo da sua única e exclusiva tatuagem, e inspiração para um hábito com 40 anos: o ato de colecionar objetos efémeros, ‘memorabilia’ e arte relacionada com o ‘smiley’”.

A mostra, de entrada gratuita, estará patente até 27 de julho.

No mesmo dia em que “Smile High Club” é inaugurada, Fat Boy Slim tem atuação marcada no Terminal de Cruzeiros de Lisboa.

De acordo com a promotora LX Music, trata-se de “um evento único, carismático e cheio de sensualidade. 700 pessoas no ‘rooftop’ [terraço, em português] mais requintado da cidade, com um dos artistas mais carismáticos de sempre”.

“Neste local inaudito, o batismo é feito por um dos artistas mais icónicos de sempre da música eletrónica, um artista que move gerações, de potencial ilimitado, um mestre, um amigo. Aqui e agora, apresentamos o verdadeiro mago, criador de tendências, um testemunho vivo da evolução musical, Fatboy Slim”, lê-se na página da iniciativa na rede social Facebook.

A Underdogs é uma plataforma cultural, fundada pela francesa Pauline Foessel e pelo português Alexandre Farto (Vhils), que se divide entre arte pública, com pinturas nas paredes da cidade, exposições dentro de portas (no n.º 56 da Rua Fernando Palha) e a produção de edições artísticas originais.

A plataforma começou em 2015 a organizar visitas guiadas de Arte Urbana em Lisboa.

Atualmente, na galeria está patente “Faces of Society”, da dupla iraniana ICY e SOT, irmãos nascidos em 1991 e 1985, respetivamente, em Tabriz, no Irão, e atualmente a residir em Nova Iorque, que se intitulam “ativistas e artistas”, porque, desde que começaram, em 2006, tentam “abordar assuntos e passar mensagens” através da arte.

Na mostra, patente até 15 de junho, mostram trabalhos novos, nos quais começaram a trabalhar há cerca de seis, oito meses, e nos quais abordam temas como o trabalho, o capitalismo e a igualdade.

Ao longo de cerca de uma década, o trabalho da dupla passou pelo ‘stencil’ (pintura com moldes), mas nos últimos três/quatro anos, contou SOT, decidiram mudar e começar a experimentar outros materiais e técnicas.

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