“Jaguar”, de António Carlos Cortez, editado pela D. Quixote em 2019, foi considerado pelo júri “uma obra inovadora, uma obra de prosopoemas feita, poema ‘caçada terrível’, tornada simbólica e alquímica numa fisicidade animal, não despojada de pulsação emotiva, ao mesmo tempo uma viagem crítica pela tradição poética ocidental de onde emerge a inequívoca singularidade desta voz”.

Apesar desta escolha, o júri, constituído pelos autores e professores Paulo Sucena, José Manuel Mendes e Paula Mendes Coelho, destacou “a elevada qualidade da maioria das obras a concurso”.

António Carlos Cortez, nascido em Lisboa, em 1976, é professor de Literatura Portuguesa e investigador de Literatura Moderna e Contemporânea, do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa.

Poeta, ensaísta e crítico literário, é autor de "Depois de Dezembro", "O Nome Negro", "Animais Feridos" e de "A Dor Concreta", com que conquistou o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da Associação Portuguesa de Escritores, em 2018.

Instituído pela Fenprof com o apoio da seguradora SABSEG, o Prémio de Poesia António Gedeão já distinguiu “Oblívio”, de Daniel Jonas, em 2018, “A Convergência dos Ventos”, de Nuno Júdice, em 2016, “Pequeno Tratado das Figuras”, de Manuel Gusmão, em 2014, e “Vozes, de Ana Luísa Amaral, em 2012.

Este prémio alterna com o Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues, para obras de ficção, que foi ganho em 2019 por Luísa Costa Gomes, em 2017 por Isabela Figueiredo, em 2015 por Lídia Jorge, e, em 2013, por Ana Cristina Silva.

Os dois prémios destinam-se a distinguir obras literárias de professores, com o objetivo de valorizar o seu trabalho, segundo a Fenprof.

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