"O Livro de Horas" data de 1905, altura em que foi publicado em três volumes. O poeta, de língua alemã, nascido em Praga, remete neste título para a tradição católica dos breviários, pequenos livros de orações direcionadas para diferentes momentos do dia, algo "notório, em registo poético, no primeiro livro", refere a editora.

"Os outros dois livros apontam para a vida como peregrinação, enfrentando adversidades como a pobreza e a morte", segundo a mesma fonte.

Na mesma coleção, "Documenta Poética", são também publicadas "As Elegias de Duíno", "obra maior" de Rilke, segundo a tradutora Maria Teresa Dias Furtado, que assina e apresenta os dois livros.

"As Elegias de Duíno" são "a grande sinfonia da sua vida e do seu tempo, percorridos pela inquietação e pela angústia, dilacerados pela Primeira Guerra Mundial, escreve a tradutora.

Rilke publicou o seu primeiro livro de poesia antes dos vinte anos, "Vida e Canções" (1894). "Cartas a um Jovem Poeta" , publicadas postumamente, constituem a sua única novela. "Um dos autores mais relevantes de língua alemã", escreve Maria Teresa Furtado.

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