Na sua conta no Instagram, a 'rainha da pop' confessou que ficou bastante "desapontada" com o artigo da publicação norte-americana. "Dizer que fiquei desapontada com o artigo seria um eufemismo", começou por frisar.

"Não consegues mudar a sociedade, nem a necessidade que ela tem de diminuir, denegrir ou rebaixar quem ela sabe que é bom. Sobretudo, as mulheres livres de amarras. A jornalista que escreveu esta reportagem passou dias e horas comigo e foi convidada e entrar num mundo que muita gente não consegue ver, mas optou por se focar em temas triviais", defende Madonna numa publicação na sua conta na rede social.

Para o título da reportagem, a jornalista escolheu focar-se na idade da cantora ("Madonna nos 60"). No texto, a artista diz que o artigo tem "inúmeros comentários à minha idade, que nunca seria mencionada se eu fosse um homem". "As mulheres têm muita dificuldade em serem referências para as outras, mesmo que sejam de facto", sublinha.

"Lamento ter perdido cinco minutos com ela. Isso faz com que me sinta violada. E sim, eu posso usar essa analogia, uma vez que fui violada quando tinha 19 anos. Mais uma prova de que o idolatrado The New York Times é um dos fundadores do patriarcado. E eu digo: morte ao patriarcado, entranhado na da sociedade. Nunca deixarei de lutar para o erradicar", frisa Madonna.

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