O início do domínio filipino, com a entrada em Lisboa em 1581 de Filipe II de Espanha (I de Portugal) e os projetos de que foi mecenas, na tentativa de modernizar a sociedade da época e de construir uma nova identidade ibérica são, segundo o coletivo dirigido por Pedro Saavedra, um dos panos de fundo da peça.

Outro dos temas que perpassam a peça é o universo da que é considerada por especialistas em literatura a obra-prima de Cervantes (1547-1616), “Dom Quixote de la Mancha”, e que valeram ao autor ser designado como inventor do novo modelo de romance europeu.

Com texto de Pedro Saavedra, interpretação de Mia Tomé e Miguel Ponte, figurinos de Cláudia Ribeiro e design de cena de Surumaki, o espetáculo pode ser visto até 8 de novembro. Tem apresentações de quinta-feira a sábado, às 21h00, e, ao domingo, às 16h00.

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